Trabalhinho entregue e prova feita hoje – acho que dá pra tirar uns 8. Agora só falta o trabalho de quinta e começar a escrever meu artigo. Uhul, que venha o feriado!
Arquivo de Abril, 2009
Roteiro
Posted in Uncategorized on 27 Abril, [2009] by GabrielBem, amanhã tenho trabalho de redação jornalística para terminar e, além disso, tenho que estudar para uma prova de ECONOMIA – oi? – de terça. Daí que tenho que começar a escrever meu artigo e aumentar meu TCC. Quinta tem apresentação de trabalho e minha equipe nem sequer começou o trabalho. Mas o que me alegra é o feriado que tá aí. É aniversário da minha loira e, quem sabe, vamos aprontar algumas pelas redondezas. Por hoje, é só. Vou tomar um banho e ler mais meu livro – que ganhei da Pri – e que, por sinal, é muito bom! (A última chance, pra quem se interessar por romances espíritas).
Um beijo, pessoas. Em especial, pra todo mundo que faz parte da minha “tribo”, como diria um sujeitinho qualquer aí. Prontofalei.
Túnel do tempo
Posted in Ops! on 26 Abril, [2009] by GabrielDaí que sexta-feira passada, após a prova da Zezê, teve aniversário comunitário e roulou “churrasquinho na laje” na casa do Tierri, um dos que envelheciam, então.
A festa tava muito boa, como de praxe, amigos, bebida, carne.. eita vida boa! Isso sem contar na putaria que foi aquela festa, porque EU, isso mesmo, EU peguei muita menina. O banheiro, então, se falasse.. ai, ai.
Enfim, no sábado, ainda todos empolgados com o ritmo (é ritmo de festa..) do JUCs, teve a festa na Play, que estava boa, diga-se de passagem. Domingo já acordei mal, mas fomos almoçar no shopping pra comemorar o aniversário do Rafa. E eu continuei mal, mas mesmo assim fomos no ginásio ver e rir da cara dos pessoal da PUC (e da inesquecível Jeba!). Voltamos pra casa, eu dormi e acordei suando feito um porco no rolete. 39,5 de febre.
E assim foi até terça, quando eu finalmente melhorei. Perdi o feriado na cama. E nem foi do jeito que eu esperava ser.
A semana foi tranquila, tirando um ou outro empecilho. Ontem teve DUPLEX. Geente, a duplex. Sempre boa, com cerveja gelada, música massa e pessoas bonitas.
Mas o fim da noite prometeu, e cumpriu! Ai ai, putaria mode on.
E você? O que vai contar para teus netos?! Hãn?! Prontofalei.
-q?
Posted in Sem vaselina on 16 Abril, [2009] by GabrielEu odeeeio divulgação científica e suas variáveis.
Prontofalei.
-
AAAAH!
Posted in Chutando o balde on 16 Abril, [2009] by Gabriel7:45 da manhã. A raiva descontada em cima do celular despertando foi tamanha que o aparelho quase parou de funcionar. Hoje tive preguiça de acordar para a realidade. Afinal de contas, até mesmo para meus piores pesadelos eu consigo encontrar soluções – viáveis ou não.
A certeza de que, ao me levantar da cama, eu teria que enfrentar tudo de novo, foi o que me motivou a ficar descansando. Não é à toa que as crianças vivem em um mundo de sonhos, onde tudo é perfeito.. não há preocupações, não há derrotas, no “país das maravilhas”.
Uns dizem: “Mas qual a graça da vida, quando não se tem problemas?”. Sim, também não haveria graça continuar vivendo no mundinho perfeito, mas o que me deixa fulo é não ver o fim dos preocupações, quando não se tem um prazo para se continuar vivendo “bem”.
Por mim, hoje, eu passaria o dia inteiro na cama. Dentro do meu mundinho particular, onde para tudo há soluções.
Ah! Como eu gosto dos meus sonhos…
-
Ouch
Posted in Ops! on 15 Abril, [2009] by GabrielGeeente, e eu que nem sabia que a Halle Berry tinha uma irmã, quase gêmea:

Halle, à direita: "Eu não a conheço".
Será que dói ser feio?
-
Ok, ou não.
Posted in Sem vaselina on 15 Abril, [2009] by GabrielEu odeio filas, para começar. De qualquer espécie, de qualquer tamanho, por qualquer que seja o motivo que eu tenha que encará-las. Hoje mesmo perdi preciosas 3 horas da minha vida em filas.
“O sistema está lento, desculpe a demora. Atendimento prioritário. Estamos com poucos funcionários. Só as senhas azuis agora. Bláblábá”.
Orasbolas, melhorem os computadores; façam fila exclusiva para idosos e deficientes; contratem novas pessoas, inventem concursos públicos; padronizem as cores das senhas, SEI LÁ! Mas, por favor, ficar horas em fila de banco não dá, sério.
E daí que tinha uma professora do meu lado, que só reclamava, e eu não sabia o que era pior: a demora ou a voz irritante daquela mulher. Depois que metem bomba e se rebelam contra essas instituições não sabem o porquê. Super acho válido uns protestos de vez em quando.
Além do mais, essas malditas horas perdidas não serviram pra nada, mesmo. Eu nunca posso fazer nada em bancos, porque não tenho comprovação de renda e nem sequer aumentar meu limite eu posso! Que buceta droga! Daí que além das dívidas tenho compulsão por compras. E, para isso, eu sempre uso a desculpa esfarrapada de que eu preciso de tudo. Vou da sedução (in)formal à adesão incondicional num segundo. Arggh!
Queria mesmo é ganhar na megassena. Ficar rico e nunca mais ter que trabalhar. Aliás, ter que voltar a trabalhar, porque nem estágio eu estou fazendo no momento.
É a crise, todos dizem…
-
Complexo do Ego
Posted in Novidade on 14 Abril, [2009] by GabrielEu nunca dei trabalho, desde os primórdios de minha existência. Sempre fui assim, calminho, na minha, relativamente tímido. Educado, sempre respeitei muito os conselhos de meus pais e as opiniões alheias. Nunca fiz nada que chamasse a atenção, a não ser pelas notas azuis em meu boletim escolar. Nunca soube tocar nenhum instrumento – e talvez nem tenha vocação para tal. Sempre quis cursar Medicina, seguindo os desejos de minha avó materna. Mais tarde, iria me especializar em Pediatria. Na infância, muitas vezes custumava brincar sozinho. Não era de atrapalhar os outros, muito menos de ficar tentando fazer amizades com desconhecidos. Prefiro ficar em casa, lendo um bom livro ou assistindo alguns filmes. Uma boa companhia para conversar sempre me agradou.
Já ele.. foi, literalmente, a ovelha negra da família. Rebeldezinho sem causa, já tinha ousadia suficiente para encarar os pais de frente. Nunca os deixava sem uma resposta, mesmo que esta fosse em tom baixinho (para que nem eles pudessem ouvir). Brigava com as irmãs, mas mesmo assim nunca deixou de amá-las. Desorganizado, quebrava brinquedos, um verdadeiro desequilíbrio humano. Queria fazer tudo, sempre! Resolveu mudar para Jornalismo, achou que tinha vocação para tal. Começou a beber e, de vez em quando, fumava também. Gostava mesmo era de sair em festas, fazer novas amizades, conhecer o mundo.
Nos completamos, mutuamente. Ele não transgride minhas necessidades e eu o correspondo reciprocamente. Nossa personalidade é forte, digna do signo que a representa. Juntos, somos a consciência de nossa própria sobrevivência.
Nós formamos o “eu”. O próprio que vos escreve.